Loco do Bodoque: Kurt Cobain
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quinta-feira, 7 de maio de 2020

Nirvana: a noite em que Grohl e Novoselic ficaram bêbados e destruíram quarto de hotel

02:21:00 0
Em 1993, os músicos do Nirvana se uniram ao jornalista da MTV Kurt Loder para beber, mas acabaram perdendo o controle.

Após um dia inteiro de conversas com a imprensa, em 1993, o Nirvana se uniu a Kurt Loder, apresentador da MTV - e o resultado de algumas bebidas foi a destruição de um quarto de hotel.  As informações são da Far Out Magazine.

Após a última entrevista do dia com Kurt Loder, Kurt Cobain decidiu ir dormir enquanto o baterista David Grohl e o baixista Krist Novoselic passaram a noite bebendo no bar do hotel com o apresentador da MTV. Após horas de conversa e drinks, os integrantes do Nirvana começaram a destruir o local - e não saiu barato.

Em entrevista de 2011, Loder relembrou o dia icônico, e revelou que a brincadeira dos músicos do Nirvana custou cerca de US$19 mil em danos. No entanto, o jornalista disse não lembrar quem pagou a conta naquele dia.

Loder detalhou os acontecimentos após a entrevista: “Subi com Dave [Grohl] e Krist[Novoselic], e eles ficaram muito, muito bêbados. Não que eu estivesse tentando não ficar bêbado, mas não fiquei tanto quanto eles”.

Ele continuou: “E a certa altura, Krist simplesmente tirou uma foto da parede e a quebrou contra a parede, e então eles começaram a destruir tudo nesta sala. E quando eram quatro da manhã, ouvimos dizer que o segurança do hotel estaria chegando, então disse: 'Bem, é realmente hora de eu ir embora'. Então saí, fui para o elevador e eles foram atrás de mim porque queriam ir para o meu quarto; também não queriam ter problemas".

No entanto, ao chegarem no quarto de Loder, os músicos não pararam a destruição: “Chegamos ao meu quarto e eles fizeram a mesma coisa. Quebraram cadeiras e mesas, e eu não estava bêbado ... O responsável pela banda disse: 'Bem, você deve estar fazendo isso também', e fiquei tipo 'Na verdade não' (...) Eles estavam apenas fora de suas mentes; de certa forma, foi fabuloso e errado ... Não faça isso em casa. E a conta no dia seguinte foi de US $ 19.000”.

Fonte: Site Rolling Stone Uol
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quarta-feira, 29 de abril de 2020

Impacto do Coronavírus faz Galeria do Rock fechar

04:06:00 0
Fechamento acarretou em 400 pessoas demitidas

Todo o comércio vem sentindo o impacto da quarentena como uma alarmante redução nas vendas, e mesmo os mais tradicionais pontos de venda sofrem o impacto do isolamento e da própria crise econômica advinda da pandemia com intensidade quase fatal. 

É o caso da Galeria do Rock, centro comercial tão emblemático, com suas tantas lojas de disco, roupas, tatuagens, skate e muito mais, que funciona quase como um ponto turístico no centro de São Paulo: conforme revela matéria do Agora, desde o decreto de quarentena no dia 24 de março que 30 estabelecimentos da Galeria já fecharam suas portas em definitivo, o que provocou aproximadamente 400 demissões.

É o que confirma Toninho da Galeria, síndico há 26 anos do Centro Comercial Grandes Galerias, nome oficial do local que costumava receber 15 mil pessoas por dia em tempos normais: trata-se, segundo Toninho, da pior crise da história da Galeria do Rock. O próprio Toninho, que também é lojista no local, já teve de demitir 3 dos 8 funcionários com que antes trabalhava, mas outros profissionais indiretos, como fornecedores, prestadores de serviço e colaboradores terceirizados já foram afetados às dezenas. 

O governo do estado de São Paulo estuda a flexibilização do fechamento dos estabelecimentos a partir do dia 11 de maio, mas nada ainda é verdadeiramente garantido. Outros incentivos às empresas vem sendo oferecidos pelo estado, mas ainda não é possível medir a totalidade do impacto da crise atual não só sobre a Galeria do Rock, mas por todo o comércio de rua.

A Galeria do Rock foi inaugurada em 1963 como um marco arquitetônico do Centro de São Paulo. Somente em 1976 que o local começou a se inclinar para a tendência ligada ao rock e ao comportamento jovem que se tornaria sua marca em meados dos anos 1980. Em janeiro de 1993, durante o auge da venda de discos de rock no local, até Kurt Cobain visitou a galeria. 

O local possuía cerca de 450 estabelecimentos comerciais antes da crise, também com destaque, para além das lojas de disco e roupas, para bares, estúdios de piercings e salões de beleza. Em 1992 o local foi tombado pelo Conselho Municipal de Preservação do Patrimônio Histórico, Cultural e Ambiental da Cidade de São Paulo (CONPRESP).

Fonte: hypeness
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